Testemunhos das que não abortaram

Bem, gostaria muito de compartilhar com vocês a mais divina das dádivas: como e bom ser mãe...

Aos 17 anos comecei a namorar o pai de meu filho. Logo engravidei. Sempre tive muita vontade de ser mãe. Mas não naquelas circunstancias... Tão logo soube que estava grávida me bateu o desespero. Meu maior medo era contar para meus pais, tinha medo da reação deles. E não foi diferente do que imaginei: minha mãe chorou muito, meu pai então, ficou 1 ano sem me dirigir a palavra.

Mas, eu faria tudo de novo, passaria por tudo outra vez. Cada vez que meu filho me da um abraço, me beija, eu tenho mais certeza de que valeu a pena...

Porque os mesmos pais que fizeram um escândalo quando souberam da noticia, hoje o protegem e o amam de uma forma inacreditável.

Então, se sua desculpa para o aborto for a reação de seus pais, esqueça: quando você der a luz ao teu filho e eles o verem pela primeira vez, tão indefeso, o mínimo que sentirão é vergonha de ter te recriminado tanto.

Obs: preferi não me identificar...

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Meu nome é Deise, tenho 23 anos e estou aqui para contar minha história. Não é uma história de aborto, mas de alguém que teve coragem de defender um bebezinho. 

Bem, tive um envolvimento rápido, de aproximadamente 6 meses com um rapaz de outro estado, que vinha sempre me ver, acreditei de verdade que estava vivendo uma grande história de amor. Engravidei, e ele ficou muito feliz. Eu estava radiante, porém, tinha um problema, ele não me apresentava a família dele. Com três meses de gravidez, peguei um ônibus no Rio de Janeiro e fui direto para São Paulo, lá tive a maior decepção da minha vida, descobri que aquele homem que dizia me amar tanto era casado e pai de 2 filhos. Me tratou com a maior frieza. Fiquei arrasada. Não sabia como contar aos meus pais aquela história, não sabia o que fazer. Voltei para casa no dia seguinte e só chorava, vi meu corpo se modificar dia a dia sem ainda ter decidido o que fazer. Lembrei-me de uma amiga que tinha feito aborto e eu fui radicalmente contra. Mas o que eu faria, solteira, sozinha, sem dinheiro. Pensei que o melhor seria abortar. Fui dormir com essa idéia. Até então, nunca havia conversado com meu bebê. Nesse dia, antes de dormir, falei com ele "filhinho, não sei o que fazer, já te amo de todo coração, mas não sei o que fazer" e naquele momento, como mágica meu bebê mexeu pela primeira vez que eu pudesse sentir, chorei muito e desisti completamente de abortar. Hoje, meu filhinho está com 2 anos e 6 meses, acaba de entrar para escola e é a pessoa que mais amo em toda a minha vida. Claro, que não é fácil, trabalhar para sustentá-lo, cuidar dele, sem marido, ele sem pai (pois o pai nem o conhece), mas vale a pena. Acho que o sentimento maior que podemos sentir por alguém é o amor, e o amor verdadeiro é somente de mãe para filho. Espero que a minha história sirva de encorajamento para muitas mulheres que pensam em abortar. Dentro da barriga de cada uma pode estar a única chance de felicidade e plenitude que é ser mãe. 

Recebida em 13/02/03

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Bem, quero contar a minha experiência apesar de não ter abortado...

Eu tinha 15 anos quando engravidei e namorava a mais ou menos 2 anos, escondido da minha mãe. Gostava muito dele, e ele na época não dava a mínima para mim. Até que a minha menstruação atrasou e eu fiquei desesperada!!!

Contei para ele, e ficamos os dois sem saber o que fazer  então pensamos em abortar, pois, isso acontece com todas que estão desesperadas . Até que se passaram 3 meses e minha mãe começou a desconfiar que tinha alguma coisa errada. Não agüentando mais de angústia minha mãe com medo de perguntar pediu a minha irmã (mais velha do que eu 9 anos) para me levar ao médico. Não precisava nem fazer exame, minha barriga não negava! Voltei para casa e minha mãe não perguntou nada, quando foi a noite minha irmã foi lá para contar. Foi aquele desespero eu pensei em tirar a todo momento, mais ouvi o coração do meu filho bater com tanta força, como se ele estivesse me pedindo para viver, que desisti. Minha mãe me apoiou e tive um filho lindo que se chama Augusto e que hoje está com 2 anos e seis meses. Eu hoje estou com 18 anos e junto até hoje com o pai do meu filho que tem 21, ainda não nos casamos mais vamos nos casar, não porque a minha família nos obrigou, mais porque nos amamos e somos uma família. E posso garantir para todos que não tem coisa melhor nesse mundo do que ser mãe, acordar ao lado do seu filho e ouvir ele dizer MAMÃE...

Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, agradeço todos os dias pela vida do meu filho, pois ele é a minha VIDA!!!

AUGUSTO A MAMÃE TE AMA!!!
Recebida em 11/04/03

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Estas historias, publicadas com consentimento, mostram que uma mulher nem sempre está informada adequadamente, e que o aborto não é uma solução. Algumas delas pediram para permanecer anônimas:
http://www.aborto.com.br/testemunhos/index2.htm

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Hoje ela tem 2 anos e 4 MESES é o amor da minha vida, minha felicidade meu tudo, amo ver ela conversando aprendendo coisas novas a cada dia. Trabalho e dou de tudo pra ela faço o que posso por ela. Aconselho vocês que estão grávidas não abortarem, passem por cima de tudo, quando seu filho nascer você vai amá-lo incondicionalmente, ele precisa de você. Não abortem, tenha consciência que uma vida seu filho esta dentro de você com toda força pra viver, crescendo a cada dia e te conhecendo. De amor que o seu filho te devolvera em milhões de vezes mais. Hoje sou casada com o pai da minha filha, sou feliz por ele ser um bom pai pra ela e bom marido pra mim apesar de minhas vontades serem negadas por mim mesmo. Filha te amo muito vou viver pra você e dar te todo amor e educação que for possível na terra.

V.M. 19 Anos

Recebida em 23/07/05

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